Atenção: Tudo que você vai ver aqui são CD's que eu compro. Não é interessante.
Mostrando postagens com marcador Resenhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resenhas. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de janeiro de 2011

[Resenha] Megadeth - Discografia (1985 - 1992)


Enquanto eu estava lendo uma matéria de um blog de metal, eu vi sobre um cara que trabalha para a revista de metal Metal Hammer, postou no seu blog pessoal que Megadeth é melhor que Metallica. Você pode ler isso aqui. Então resolvi postar minha resenha da discografia de estúdio dessa grande e maravilhosa banda de Thrash Metal de 1985 até 1992.

1. Killing Is My Business... And Business Is Good! (1985)

Tem algumas coisas que aquele cara falou que é tudo merda. Se você está começando a gostar de metal agora, ignore TUDO que ele disse e vá ouvir os albuns do Metallica e Megadeth. Killing Is My Business para mim pode ser comparado com Kill 'Em All (1983) do Metallica. Os dois álbuns são clássicos absolutos, KEA é épico, mas o KIMB é um Thrashão de primeira, porrada do começo ao fim, desde a amorosa entrada de "Last Rites/Loved To Death" até "Mechanix". Simplesmente esse álbum é lindo. Um dos melhores debut albuns do Big Four, só perde mesmo pelo KEA do Metallica, mas se você considerar, Mustaine quem ajudou na composição da maioria das músicas daquele álbum.

2. Peace Sells... But Who's Buying ? (1986)

Peace Sells ? Clássico de 1986, tinha que ser mostrado nas escolas. Mustaine está com a vocal em desenvolvimento ainda, a banda evoluiu bastante musicalmente, desde a épica "Wake Up Dead" até a linda "My Last Words". Sem falar em clássicos absolutos como "Devil's Island" e "Peace Sells". Superaram o lançamento anterior, KIMB.

3. So Far, So Good... So What! (1988)

Depois de ter trocado os dois integrantes da banda Chris Poland (guitarra) e Gar Samuelson (bateria), o Megadeth se encontrou em um novo álbum com uma musicalidade um pouco diferente, mas era mesmo assim o Meagdeth. Acho que esse álbum é muito injustiçado, porque ele inteiro é incrivelmente bom, não tem o que comentar, só ouvindo mesmo. Ele só peca pela baixa produção, mas também não é um problema porque em 2004 foi remasterizado e remixado para ouvirem com felicidade.

4. Rust In Peace (1990)

Estamos aqui senhores diante de uma coisa que não tem definição, isso é um álbum meu deus ? Isso é coisa insana, uma coisa linda que não acredito que isso foi gravado. Simplesmente não dá para descrever tamanha perfeição, puta merda. Mustaine está no auge da melhor vocal, a melhor formação, riffs de guitarra que não acredito que foram criados! Me desanima saber que na época da premiação do Grammy em 1991, o Black Album do Metallica tenha ganhado a categoria "Best Metal Performance", infelizmente os mais famosos sempre ganham os prêmios. Quando se escuta esse álbum não tem essa de: "Vou ouvir no YouTube para ver se é bom" Não tem porra! Isso aí tem que ser download obrigatório para qualquer metaleiro. Se quiser ver uma resenha mais detalhada, você pode vê-la aqui.

5. Countdown To Extinction (1992)

Esse álbum já foi um pouco mais melódico que os anteriores. E para mim foi lançado na época perfeita, esse é um album diferente mas muito poderoso. Ele tem composições variadas e muito fortes, é um álbum muito diversificado. Os maiores hits são "Skin 'O My Teeth", "Symphony Of Destruction", "Foreclosure Of A Dream", "Sweating Bullets" e "Ashes In Your Mouth", que são tocadas até hoje nos shows. Até mesmo porque essa foi a fase mais conhecida do Megadeth, até hoje. Não acho melhor que o Rust In Peace, mas depois do Peace Sells, esse é o meu favorito.

Esse post foi feito porque eu estou sem o que postar, então fiz essa resenha bem rápida.

Além desses títulos o Megadeth na sua discografia de estúdio ainda possui: Youthanasia (1994), Cryptic Writings (1997), Risk (1999), The World Needs A Hero (2001), The System Has failed (2004), United Abominations (2007) e Endgame (2009)

domingo, 2 de janeiro de 2011

[Resenha] Tankard - Vol(L)ume 14 (2010) & Feliz 2011!


Feliz 2011 pessoal! 2010 foi lindo, cheio de lançamentos inesquecíveis e o começo desse pequeno projeto chamado The Old Label. Para ter algum coisa especial para começar o ano, postarei uma lista mais tarde com os melhores lançamentos de 2010 em minha opinião.

Gostaria de recomendar e falar um pouco para fechar 2010 sobre o novo álbum de estúdio do Tankard: Vol(L)ume 14. Este disco está de parabéns, muito riffs verdadeiramente geniais com pegadas oitentistas, com toques modernos e o vocalista Andreas Geremia está de parabéns. O disco só peca pela pouca empolgação, principalmente pela parte do baterista, mas não deixa de ser um bom disco de thrash metal.

Setlist:
1. Time Warp
2. Rules for Fools
3. Fat Snatchers (The Hippo Effect)
4. Black Plague (BP)
5. Somewhere in Nowhere
6. The Agency
7. Brain Piercing öf Death
8. Beck's in the City
9. Comdemnation
10. Weekend Warriors

domingo, 26 de dezembro de 2010

[Resenha] Megadeth - Rust In Peace (1990)

Resenha escrita: 08/12/2010 (8 de Dezembro de 2010).

Após ser expulso do Metallica por abuso de álcool e drogas, Dave Mustaine (até então o guitarrista do Metallica), jurou criar uma banda mais pesada e agressiva que o Metallica, e o auge disso está contido nas 9 faixas que compõe esta clássica obra do Thrash Metal.

O disco remata uma idéia principal de guerra, ao perceber o nome da faixa de abertura (Holy Wars... The Punishment Due), já se pode notar que tem uma certa relação com a guerra fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, que estava chegando ao fim aquela época, sendo que no ano seguinte, o bloco econômico da URSS chegou ao fim oficialmente. Mais referências podem ser vistas em Hangar 18 e Take No Prisioners.

Além do começo de muito sucesso para o Megadeth como destaque entre as bandas, foi a melhor formação de músicos que o Megadeth possuiu até os dias de hoje, esta formação ainda gerou mais tarde 3 discos clássicos para o gênero e para o Megadeth: Countdown To Extinction (1992), Youthanasia (1994) e Cryptic Writings (1997). Neste ano de 90, Dave conseguia alcançar notas altas com muita facilidade, uma das grandes características daquela época. (Nota: Na minha opinião, os discos Rust In Peace e Cryptic Writings podem resumir como o Mustaine era).

Para não citar o disco inteiro, podemos destacar: "Holy Wars" uma música com um riff impressionante, perfeito para abrir o disco, além de ser uma faixa com uma harmonia tão linda e emocionante, até hoje é tocada em shows; "Hangar 18", o primeiro single, um clássico do Megadeth, cheio de solos, que dispensam comentários; "Take No Prisioners" uma das músicas mais agitadas e geniais que Mustaine já compôs (Nota: primeira música que eu escutei do Megadeth); "Five Magics", não costumam tocar tanto nos shows, mas a introdução rápida e agressiva, sem falar que possui um dos melhores solos do disco e a mais adorada pelos fãs: "Tornado Of Souls", uma coisa que tão linda e agressiva, uma das músicas que você pode dizer que Mustaine era um gênio e que conseguiu alcançar seu objetivo ao formar o Megadeth.

Para os novos fãs de Megadeth, ou que ainda não conhecem esta grande banda, recomendo começarem com este disco. Na minha opinião, desde que ouvi este disco pela primeira vez, acho que em 2008 ou 2009, o melhor solo fica entre "Five Magics" e "Poison Was The Cure";

Um resumo: Dave Mustaine revolucionando com riffs insanos e melódicos junto com Marty Friedman, riffs de perder o pescoço de tanto balançar a cabeça; Nick Menza dando uma grande energia com seu bumbos duplos e viradas que acabaram fazendo parte das características do Megadeth ao longo dos anos, e David Ellefson com suas pegadas manjadas no baixo. Rust In Peace não decepciona, um disco que deveria ser ensinado na escola, e vir na cesta básica junto com Master Of Puppets (1986), do Metallica.

Setlist:

01. Holy Wars... The Punishment Due
02. Hangar 18
03. Take No Prisioners
04. Five Magics
05. Poison Was The Cure
06. Lucretia
07. Tornado Of Souls
08. Dawn Patrol
09. Rust In Peace... Polaris

Aproveitando sobre o disco, gostaria de relatar que eu tive a oportunidade de ver Megadeth ao vivo durante a turnê de Aniversário dos 20 anos do Rust In Peace, onde tocaram o disco na íntegra junto com outros clássicos, em Brasília! Uma das melhores experiências possíveis.

Queria ter desejado Feliz Natal antes, mas não pude. Bem, feliz 2011 para todos! E um ano cheio de lançamentos fodásticos! 2011 irá prometer com uma turnê do Metallica especial para comemorar os 30 anos da banda; Testament, Opeth, Lamb Of God e o Megadeth prometeram lançar um disco ano que vem!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

[Resenha] Megadeth - The World Needs A Hero (2001)


Nesta tarde de Quarta-Feira, meio de semana resolvi postar uma resenha feita por mim mesmo. A banda escolhida foi Megadeth, uma das melhores bandas de Thrash Metal que já pisaram neste mundo. Mas ao invés de fazer resenhas de albums mais conhecidos como Rust In Peace ou Peace Sells, resolvi escolher um album um pouco polêmico para a época que o Megadeth estava passando.

O álbum é "The World Needs A Hero" de 2001. Dois anos depois do lançamento de "Risk", um disco experimental que mostrava Megadeth tomando um rumo diferente experimentando diferentes estilos musicais mais mainstream, que infelizmente não agradou a maioria dos fãs. Mas no TWNAH pode-se ver até na capa, com a volta do mascote Vic Rattlehead que não irá trazer músicas como o Risk, e sim um heavy metal bem bolado, porém que não possui a mesma energia que antes.

Mas o TWNAH é um álbum de heavy metal, Mustaine mostrou para muitos que o Megadeth ainda era uma banda de heavy metal, apesar de não ser um álbum forte como Countdown to Extinction (1992) mas mostrava que ainda sabia fazer boas músicas.

Mas o legal deste disco é que ele é muito diversificado e diferente. Eu o considero entre um dos melhores discos do megadeth, em termos musicais, dos anos 2000's. É um disco que na época Mustaine estava numa fase bem ruim da vocal, e também enfrentando problemas na formação com a saída de 2 integrantes históricos para o Megadeth: Marty Friedman (guitarra) e Nick Menza (bateria). Mas Al Pitrelli e Jimmy DeGrasso que substituiram os cargos, mostraram que sabiam tocar Megadeth, destaque para o baterista Jimmy, que pode-se ver sua performance no lançamento do DVD de 2002 "Rude Awakening", mas é uma pena ter entrado no Megadeth em uma fase ruim.

Deste disco podemos citar os pontos altos "Disconnect" uma boa música de abertura com um riff diferenciado, "The World Needs A Hero" uma música com uma estrutura diferente, "1000 Times Goodbye" música muito boa, com um refrão no final que é emocionante "Burning Bridges", "Promisses" uma balada poderosa para diferenciar o CD, "Dread And The Fugitive Mind", uma música que tem bem a cara do Megadeth, perfeita para abrir shows já na pancadaria e "Return To Hangar" uma música parecida com Hangar 18 (de Rust In Piece), com um arranjo diferente, com solos rápidos.
Setlist:

1. Disconnect
2. The World Needs a Hero
3. Moto Psycho
4. 1000 Times Goodbye
5. Burning Bridges
6. Promises
7. Recipe for Hate... Warhorse
8. Losing My Senses
9. Dread and the Fugitive Mind
10. Silent Scorn
11. Return to Hangar
12. When

Enfim, The World Needs A Hero é sim um bom disco. Um dos mais diferenciados do Megadeth. Porém não agrada a maioria dos fãs pela má fase que o Megadeh estava. Para quem ainda não conhece, vale a pena conhecer.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

[Resenha] Sodom - In War and Pieces (2010)


Sodom é uma banda de Thrash Metal alemã formada em 1981 que junto com as bandas Kreator e Destruction do "Big 3" Teutonic Thrash Metal. Esta banda eu estou conhecendo no momento, e estou naquela fase de ouvir alguns discos e ver videoclipes, não tenho tanto conhecimento.

Mas ao pegar minha edição da Roadie Crew (Revista especializada em Heavy Metal), eu li uma resenha interessante do Ricardo Batalha sobre o novo do Sodom, e gostaria de compartilhar com vocês.

Sodom: In War and Pieces (2010)

"Quando o baixista e vocalista Tom Angelripper declarou que o novo álbum do Sodom viria mais estruturado que os lançamntos recentes, disse exatamente o que o ouvinte sentirá ao colocar In War and Pieces para rodar. A trabalhada faixa título, que abre o CD, inclusive traz um formato um tanto diferente para os padrões do trio, com vocalizações fora do estilo usual de Angelripper e que mais parece Mille (Kreator), além de um instrumental que lembra o Sepultura da boa fase em alguns momentos. A sequência, com Hellfire, já vem com aquela estrutura típica da banda e o andamento veliz da bateria de Bobby Schottkowski. Além da base Thrash, anda constam alguns elementos do Metal Tradicional, como os riffs totalmente Metal anos 80 criados por Bernmann nas faixas Nothing Counts More Than Blood e Storm Raging Up = e nesta última, curiosamente alguns vocais de Angelripper lembram os de Marcello Pompeu (Korzus), assim como ocorre na cadenciada Soul Contraband. Aliás, a vocalização bem mais versátil de Tom é o grande diferencial desde trabalho, que contou com a produção de Waldemar Sorychta (Grip Inc., Moonspell e outros). Já a "thrasher" God Bless You começa com um senso de melodia que foge do comum no trabalho dos alemães. Destaque ainda para The Art Of Killing Poetry, a porradaria de Knarrenheinz e a trabalhada Styptic Parasite. In War and Pieces pode não ter aqueles elementos Punk do Sodom mas, da mesma forma que é pura e simplesmente um disco de Thrash, também vem com uma pequena dose de ousadia."

sábado, 11 de dezembro de 2010

[Resenha] Exodus - Exhibit B: The Human Condition (2010)

O Exodus foi formado em 1980 na Bay Area de São Francisco pelos guitarristas Gary Holt e pelo atual guitarra do Metallica Kirk Hammett. Hammett saiu em 1983 para se juntar ao Metallica para substituir Dave Mustaine onde mais tarde formaria o Megadeth.

Depois da volta a ativa em 2001, das reuniões com antigos vocalistas como Steve Souza e Paul Baloff, o Exodus lançou 4 álbuns de estúdios memoráveis, sendo eles: "Tempo Of The Damned (2004)" com Steve Souza nos vocais; "Shovel Headed Kill Machine (2005)", "The Atrocity Exhibition... Exhibit A (2007)" e "Exhibit B: The Human Condition (2010)" esses três contando com o novo vocalista Rob Dukes.

A resenha de hoje será sobre este incrivel e puro thrash metal moderno presente nas 13 faixas (contando com a bônus: "Devil's Teeth") presente neste disco. Bem, este disco é a continuação do lançamento anterior de 2007 "The Atrocity Exhibition... Exhibit A" com temas sobre guerra, política, sociedade e morte típicas à la Mustaine (Megadeth).

O album foi lançado em 7 de maio na Europa e 18 de maio nos Estados Unidos e no mundo inteiro, e recebeu críticas bastante positivas, considerados um dos albuns que fizeram valer o ano, junto com o do Black Label Society e High On Fire. Sobre a arte da capa Gary Holt (líder e guitarrista) queria trazer algo como violência do homem no modo mais leal, e pegaram um exemplo do Leonardo da Vinci, utilizando o conhecido como "Vitruvian Man", porém fizeram do jeito do Exodus!

Se fosse fazer uma resenha de cada faixa por aqui não seria tão agradável, mas irei falar os pontos fortes do álbum. Além de que este post ficaria enorme. O álbum abre com "The Ballad Of Leonard And Charles" uma linda e amorosa faixa seguida com um riff monstruoso de puro thrash!

"Hammer And Life" foi o primeiro single lançado pela banda. Lembro quando lançaram, ficava ouvindo o dia todo, pensando no que poderia fazer desta vez, e não me decepcionaram. Aliás, foi acima das minhas expectativas. "Downfall" foi o segundo single, uma faixa divertida e com um refrão grudento, veio junto com o single "Hammer And Life", porém publicado mais tarde. "Burn ,Hollywood ,Burn" é uma faixa empolgante, você sempre vai falar junto o refrão agressivo "BURN! HOLLYWOOD BURN!" a introdução dessa música é tão rápida e empolgante que acaba com qualquer pescoço de um headbanger. Enfim, estes são algumas das faixas que mais gostaria de comentar, mas outras que também se destacam são "The Sun Is My Destroyer" com fortes influências de Death Metal.

Setlist:

1. The Ballad of Leonard and Charles
2. Beyond the Pale
3. Hammer and Life
4. Class Dismissed (A Hate Primer)
5. Downfall
6. March of the Sycophants
7. Nanking
8. Burn, Hollywood, Burn
9. Democide
10. The Sun Is My Destroyer
11. A Perpetual State of Indifference (Instrumental)
12. Good Riddance
13. Devil's Teeth (Bonus Track)
Então é isso, um dos melhores lançamentos de 2010, merece estar na estante de qualquer metaleiro que curte um bom Thrash Metal moderno com pegadas oitentistas que lembram os anos 80.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

[Resenha] Metallica - Live at Grimey's (2010)

Metallica lançou seu 5º EP recentemente, para ser mais precisamente dia 26 de novembro. Este já é o 3º EP lançado neste ano, os anteriores foram: "Six Feet Down Under" Parte 1 e 2. Este EP será lançado nos formatos CD e Vinil.

Este EP conta com uma apresentação ao vivo no dia 12 de junho de 2008, o especial dela é que foi gravada no porão de uma loja independente chamada Grimey's Record Store para apoiar as lojas independentes. Você pode comprar em algumas das 700 lojas independentes dos Estados Unidos, ou pela loja virtual da banda aqui.

Setlist:

01. No Remorse
02. Fuel
03. Harvester Of Sorrow
04. Welcome Home (Sanitarium)
05. For Whom The Bell Tolls
06. Master Of Puppets
07. Sad But True
08. Motorbreath
09. Seek & Destroy